Publicação reúne notícias do setor e uma entrevista exclusiva com os fundadores Paulo Papoy e Luiz Vieira
Por Aline Andrade
A mais recente edição da Revista PanRotas trouxe um olhar aprofundado sobre a transformação do mercado de cruzeiros no Brasil, e a Krooze aparece com uma matéria completa sobre a trajetória da empresa. A publicação relembra o início de tudo, desde os primeiros passos durante a pandemia até se tornar uma das principais infraestruturas tecnológicas do setor de cruzeiros na América Latina.
A edição também reúne diversas notícias relacionadas ao universo marítimo e fluvial, incluindo conteúdos também publicados no portal da Krooze, reforçando o papel da empresa não apenas como plataforma tecnológica, mas também como importante geradora de informação especializada para o trade, agentes de viagens e consumidor final.
Além disso, é possível conferir uma entrevista exclusiva com Paulo Papoy, CEO da Krooze, e Luiz Vieira, cofundador e diretor da empresa, que compartilham detalhes dos bastidores da criação da plataforma, os desafios enfrentados ao longo da jornada e a visão de futuro para o segmento de cruzeiros.

Krooze: de uma necessidade do mercado ao protagonismo no setor
A PanRotas destaca como a Krooze surgiu em um momento em que o mercado de cruzeiros ainda operava de forma pouco integrada tecnologicamente. Antes da plataforma, agentes de viagens muitas vezes precisavam aguardar dias para receber uma cotação de cabine. Hoje, o processo pode ser feito em poucos cliques.
Atualmente mais da metade das vendas de cruzeiros realizadas no Brasil passa pelos canais da Krooze, conectando companhias marítimas, operadoras e agências de viagens em uma única estrutura tecnológica.
A publicação também relembra a origem da parceria entre Paulo Papoy e Luiz Vieira, que se conheceram em 2009 trabalhando juntos em um projeto de streaming de filmes brasileiros, antes mesmo da chegada da Netflix ao país. Ambos programadores de formação, seguiram caminhos diferentes até se reencontrarem na ViajarBarato, empresa fundada por Luiz Vieira e que se transformaria no embrião da Krooze.

Na época, enquanto segmentos como aéreo e hotelaria já eram dominados por grandes players globais, os cruzeiros ainda tinham pouca integração tecnológica. Foi justamente nesse espaço que a empresa encontrou uma oportunidade de inovação.
Tecnologia, conteúdo e fortalecimento do ecossistema
Um dos pontos mais interessantes abordados pela PanRotas é a visão da Krooze sobre o desenvolvimento do mercado. Mais do que atuar apenas como fornecedora de tecnologia, a empresa passou a investir diretamente no fortalecimento do ecossistema de cruzeiros no Brasil.
A matéria destaca iniciativas como:
- O Krooze Awards;
- A sala VIP da Krooze no Porto de Santos;
- O braço editorial da empresa com notícias e conteúdos especializados;
- Produção de campanhas e materiais para operadoras;
- Tradução de campanhas internacionais;
- Curadoria de promoções, taxas, câmbios e informações de cruzeiros.


Segundo Luiz Vieira, muitas dessas iniciativas não têm retorno financeiro direto imediato, mas contribuem para ampliar a relevância e o crescimento do mercado de cruzeiros no país.
A entrevista também mostra os bastidores da operação da empresa, que conta com uma equipe dedicada à atualização constante de informações, imagens de navios, roteiros e campanhas, garantindo que agentes de viagens tenham acesso rápido e simplificado aos produtos.
Expansão internacional e aposta em IA

Outro destaque da matéria é o avanço internacional da Krooze. Atualmente, a empresa já opera em países como Argentina, Chile, Colômbia e México, além de negociar expansão para novos mercados, incluindo o leste europeu.
Hoje, mais de 100 operadoras estão integradas à plataforma, que atua em diferentes segmentos, incluindo:
- Cruzeiros marítimos;
- Cruzeiros de luxo;
- Expedições;
- Cruzeiros fluviais.
A PanRotas também destaca os próximos passos da empresa, que incluem investimentos em inteligência artificial e análise de dados para potencializar as vendas dos agentes de viagens.
De acordo com Paulo Papoy, a proposta da tecnologia é ampliar a produtividade dos profissionais do turismo sem substituir o fator humano. Segundo ele, a inteligência artificial deve ajudar os agentes a vender mais, enquanto o atendimento consultivo continuará sendo um diferencial essencial no mercado.

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