O navio alcançou 70° Sul, explorando áreas raramente visitadas e amplia os limites das viagens de ultraluxo no continente gelado
Por Aline Andrade
Reconhecida por elevar constantemente o padrão das viagens de expedição de ultraluxo, a Seabourn voltou a superar expectativas durante a viagem de 11 noites “Exploração da Antártica” a bordo do Seabourn Venture, com término previsto para 09 de fevereiro. A jornada entrou para a história da companhia e da Carnival Corporation ao atingir marcas inéditas no continente mais remoto do planeta.
Segundo a companhia, os hóspedes não apenas contemplaram a Antártica, como também participaram ativamente de uma expedição que estabeleceu novos recordes polares, alcançando 70° Sul, o ponto mais meridional já atingido por um navio da Seabourn e por toda a frota da Carnival Corporation.

Seabourn: recordes polares e exploração além das rotas tradicionais
Durante a viagem, o Seabourn Venture também realizou a primeira exploração da Seabourn no Estreito de George VI, uma área raramente navegada, localizada entre a Ilha Alexandre I e a Península Antártica. A rota levou o navio muito além dos itinerários mais conhecidos da região, reforçando o caráter exploratório da expedição.

“Os hóspedes não apenas testemunharam a Antártica, como ajudaram a estabelecer novos recordes polares para a Seabourn e para toda a Carnival Corporation, alcançando 70° Sul e aventurando-se em áreas pouco exploradas do continente”, destacou a companhia em comunicado oficial.
Outro momento emblemático da viagem foi a chegada ao gelo marinho da Antártica a aproximadamente 69,5° Sul, onde os hóspedes participaram de um brinde com champanhe no ponto mais ao sul já visitado por viajantes da Seabourn.
Seabourn Venture: tecnologia de ponta a serviço da expedição
Projetado especificamente para expedições polares e de natureza extrema, o Seabourn Venture é um navio da Classe Expedition e conta com casco reforçado para gelo (PC6), além de avançados sistemas de posicionamento dinâmico e tecnologia de navegação de última geração.
A bordo, os hóspedes têm acesso a Zodiacs, caiaques, além de uma equipe altamente especializada de expedição, cientistas e naturalistas, que conduzem desembarques, palestras e atividades educativas ao longo da viagem. O navio também dispõe de um submarino de última geração, ampliando ainda mais as possibilidades de exploração subaquática em regiões remotas (quando as condições permitem).

Conexão histórica com a exploração antártica
Entre os destaques da expedição está o desembarque na Base E, localizada na Ilha Stonington, uma antiga estação de pesquisa britânica raramente visitada. O local oferece uma conexão direta com a história da exploração antártica de meados do século XX e proporciona aos hóspedes uma experiência imersiva que vai além da paisagem, conectando ciência, história e preservação.

“O acesso a locais históricos, paisagens preservadas e experiências cuidadosamente planejadas reforça o compromisso da Seabourn em oferecer expedições que unem descoberta, conforto e significado”, acrescentou a companhia.
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